Ministros do STF estão envolvidos em supostas fraudes dentro da FGV?

Por Wanderson Câmelo

Conteúdo investigado: postagem destaca que ministros do STF estão envolvidos no caso de supostas fraudes na Fundação Getúlio Vargas (FGV)

Onde foi publicado: Twitter

Conclusão: Se faz/Mentira

A informação checada foi publicada por um perfil no Twitter nesta sexta-feira, 13. “Polícia Federal com a investigação na Fundação Getúlio Vargas onde muitos ministros do Supremo podem e estão envolvidos”, diz a publicação.

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) foi alvo de operação (denominada Sofisma) da Polícia Federal nesta quinta-feira, 17. Há a suspeita de que uma organização criminosa operou, usando a instituição, um esquema de corrupção, fraudes a licitações e lavagem de dinheiro, por exemplo.

Foram cumpridos 29 mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro e em São Paulo. Três membros da família Simonsen, que fundou a FGV, estão entre os investigados.

Muita coisa sobre o caso ainda é divulgada pela imprensa no campo da especulação, já que a Polícia Federal não costuma dar detalhes mais “íntimos” sobre as operações que realiza. Na ação realizada no último dia 17, por exemplo, policiais federais prendeu um dos investigados, mas o nome não foi revelado.

Não há nada que indique, pelo menos até o momento, a inclusão de ministros do Supremo Tribunal Federal na investigação. Diga-se de passagem, neste sábado (19) o ministro Gilmar Mendes, do STF, determinou a suspensão da ação da Justiça Federal que apurava o suposto esquema de corrupção na FGV.

O magistrado alegou que os fatos não são de competência da Justiça Federal.

Alcance da publicação: A postagem checada já conta com compartilhamentos e mais de 60 curtidas. No YouTube, um canal também repercutiu o assunto. “Operação da PF pode pegar ministros do Supremo”, é destacado na descrição do vídeo, publicado na quinta-feira, que já conta com 108 mil visualizações.

A COAR ressalta que ao receber uma mensagem duvidosa, desconfie e não forneça seus dados antes de ter certeza de que é verdadeira. Qualquer dúvida nos contate pelo WhatsAppTelegram ou pelo nosso e-mail coarnews@gmail.com ou mesmo pelo Instagram (@coarnoticias).

Referências da COAR:

G1

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