Thiago Ramos promove palestra “Humanização da Marca como Estratégia de mercado”

Para encerrar o ano com chave de ouro, a COAR lança mais uma palestra com o professor Thiago Ramos. Com vasta experiência acadêmica e profissional, Ramos é formado em Jornalismo e Mestre em Comunicação, professor nas áreas de Jornalismo, Publicidade e Marketing em nível de Graduação e Pós-Graduação.

A palestra será realizada em plataforma online, no dia 19 de fevereiro, às 9h. As inscrições podem ser feitas no link.

COAR participa do Primeiro Programa de Residência do Comprova

No período de quase dois meses, a fundadora da COAR, Marta Alencar, participou do Primeiro Programa de Residência do Projeto Comprova.  O projeto selecionou conforme o cumprimento das etapas do curso “Monitoramento e investigação de conteúdos digitais“. Em seguida, a equipe do Comprova avaliou as respostas de um Formulário realizado após o cumprimento do curso, além da disponibilidade e aplicabilidade das ideias propostas pelos 77 inscritos no curso. Desses 77, o Comprova selecionou dez nomes para uma temporada de oito semanas em atividades práticas junto da equipe.

O Comprova reúne jornalistas de 33 diferentes veículos de comunicação brasileiros para descobrir e investigar informações enganosas, inventadas e deliberadamente falsas sobre políticas públicas, processo eleitoral e a pandemia de covid-19 compartilhadas nas redes sociais ou por aplicativos de mensagens.

Texto: Equipe da COAR

FALSO: “Fiat teria sofrido prejuízo de R$ 100 milhões após repudiar declaração homofóbica de Maurício Souza”

Canais no Youtube, páginas e grupos conservadores em redes sociais estão divulgando em massa a alegação falsa de que a Fiat teria sofrido um prejuízo de “mais de 100 milhões em vendas” por um suposto boicote a marca em apoio ao jogador de vôlei Maurício Souza. O atleta foi dispensado do Minas Tênis Clube depois de fazer declarações homofóbicas nas redes sociais. No entanto, a informação é totalmente falsa e inventada.

Desde o caso em questão, conservadores vêm incitando boicotes à marca e inventando informações para prejudicar os patrocinados do Minas Tênis Clube, incluindo a Fiat.

Com base nos dados de emplacamentos divulgados pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), a Fiat fechou o mês de outubro como líder de vendas de automóveis e comerciais leves no país. A fabricante comercializou 29.397 unidades no período, o que representa uma participação de 19,59% do mercado brasileiro. O Estadão já havia verificado e confirmado esses dados. Ou seja, os dados nesses conteúdos e páginas conservadoras não são baseados em fatos, porque não há qualquer informação que confirme os posts. Revelando assim que o suposto boicote não trouxe prejuízo de R$ 100 milhões a marca italiana.

Fonte: Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores/2021

Em 26 de outubro, a Fiat havia dado um pronunciamento diante das declarações do atleta:

Posicionamento oficial da Fiat nas redes sociais

A COAR ressalta que ao receber uma mensagem duvidosa, desconfie e não forneça seus dados antes de ter certeza de que é verdadeira. Qualquer dúvida nos contate pelo nosso email coarnews@gmail.com ou pelo Instagram (@coarnoticias).

Escrito por: Marta Alencar

FALSO: Vídeo da queda de avião de Marília Mendonça e toda sua equipe

No momento em que o país inteiro está devastado com a morte da cantora Marília Mendonça, de 26 anos, e mais quatro pessoas na tarde desta sexta-feira (5) após a queda de um avião de pequeno porte perto de uma cachoeira na serra de Caratinga, interior de Minas Gerais, um suposto vídeo da queda do avião é divulgado por alguns sites de notícias e nas redes sociais, inclusive no WhatApp e TikTok.

No entanto, a COAR fez uma busca reversa das imagens, verificou e analisou que as imagens não representam o momento da queda do avião. As imagens divulgadas em massa, principalmente em grupos de WhatsApp, são referentes há um acidente de 2012, em Jundiaí, no interior de São Paulo.

O Fato ou Fake já havia apurado essa informação e outra que tratava sobre um áudio mentiroso que circula nas redes sociais, que supostamente revelaria as últimas palavras de piloto do avião da cantora. O que não é verdade. A COAR ressalta que ao receber uma mensagem duvidosa, desconfie e não forneça seus dados antes de ter certeza de que é verdadeira. Qualquer dúvida nos contate pelo nosso email coarnews@gmail.com ou pelo Instagram (@coarnoticias).

Escrito por: Marta Alencar

Referências da COAR:

G1

Educação no combate à desinformação

Opinião

Teorias conspiratórias e informações negacionistas sobre a pandemia de Covid-19 se alastram rapidamente nas redes sociais, formando bolhas desinformativas que viralizam e incitam dúvidas e questionamentos sobre a ciência e ataques à imprensa por grupos extremistas. Em 2020, o cenário desinformativo expandiu nas eleições municipais do país e também promoveu uma onda de conteúdos verdadeiros sendo divulgados fora de contexto para difamar ou denegrir a imagem de adversários políticos. Diante disso, como é possível lidar ou encontrar respostas para combater ou diminuir os efeitos da desinformação no Brasil e no mundo?

341 projetos de verificação ou fact-checking existem/atuam no mundo conforme o último censo do Duke Reporter´s Lab, lançado em 3 de junho de 2021. Apesar da ascensão desses projetos de checagem para frear as fake news, grupos ou usuários que leem ou compartilham a checagem representam um percentual pequeno diante das páginas e grupos que espalham desinformação. Um relatório “Desinformação, mídia social e Covid-19 no Brasil: relatório, resultados e estratégias de Combate” realizado pelos grupos de Pesquisa em Mídia, Discurso e Análise de Redes Sociais da Universidade Federal de Pelotas juntamente com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul. O documento apresentou que de um total de 4256 páginas e grupos que compartilharam desinformação no Facebook, apenas 10% dos grupos compartilharam a checagem. Ainda segundo o relatório, grupos politicamente radicais ou altamente ideologizados tendem a proteger as suas crenças através da negação de fatos ou de evidências contrárias. Ou seja, tendem a repudiar o trabalho de verificação feito por agências de fact-checking ou por organizações jornalísticas.


Em 2020, a Diretoria de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getulio Vargas (FGV DAPP)e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lançaram a pesquisa “Desinformação On-line e Eleições no Brasil: a circulação de links sobre desconfiança no sistema eleitoral brasileiro no Facebook e no YouTube (2014-2020)”, em que apresenta dados inéditos sobre a circulação de textos e vídeos nas plataformas, com desinformação que tem como alvo a Justiça Eleitoral e as Eleições de forma geral. O estudo se baseou em um corpus de 1.426.687 posts publicados no Facebook, YouTube e Twitter entre os dias 1 e 30 de novembro, período que compreende as eleições municipais de 2020 no Brasil.

Entre os conteúdos observados e analisados:fraude nas urnas, vulnerabilidade das urnas eletrônicas, farsa e manipulação eleitoral, defesa aguda do voto impresso etc. Dentre os principais resultados da pesquisa, o debate sobre voto impresso foi apontado como mobilizado em todas as principais narrativas ocorridas no período analisado de 30 dias, com destaque para a desconfiança na segurança, na transparência e na integridade dos sistemas do TSE. Esses dados revelam o quanto conteúdos com teor negacionista e que promovem desconfiança às instituições públicas e entidades geram confusão e ruídos nas redes sociais.

Para a pós-doutora em comunicação, Pollyana Ferrari e a doutora em Tecnologias da Inteligência e Design Digital, Margareth Boarini, o negacionismo não só é antigo como se vale de um espectro bastante abrangente, valendo-se, na grande maioria dos casos, do discurso de poder, passando de Galileu a Holocausto, até a crise climática, vacinas e pandemia da Covid-19, entre outros temas. As pesquisadoras refletem que é preciso não apenas empregar as ferramentas tecnológicas mais modernas e eficazes, mas de trabalhar a educação permanente, a quem os especialistas denominam de life long learning, e o exercício do pensamento crítico.

A educação é, sem dúvidas, uma das ferramentas essenciais para combater a desinformação nesse cenário, inclusive o negacionismo, as teorias conspiratórias e o discurso de ódio. Como dizia o saudoso escritor Machado de Assis: “Quem mal lêmal ouvemal falamal vê. … De fato, quem mal lêmal ouvemal falamal vê.”, mas é preciso expandir ou incentivar um pensamento crítico e analítico de cada um, que rompa bolhas desinformativas e partidárias, onde a verdade dos fatos e o respeito pela divergência de opiniões prevaleçam.

Texto: Marta Alencar

E-COAR: Episódio especial destaca as pesquisas, os projetos e a atuação da professora Juliana Teixeira dentro e fora da sala de aula

Quantos acadêmicos já tiveram suas vidas impactadas pelo testemunho, influência ou orientação da professora Juliana Teixeira? Ou quem nunca a viu pelos corredores da Universidade Federal do Piauí distribuindo sorrisos e simpatia? A professora Juliana Teixeira tem no seu currículo não apenas projetos, artigos e obras (porque são muitos), mas principalmente uma missão: (e)levar a educação com amor, simplicidade e dedicação.

A sua missão descoberta na graduação (mas não por obra do acaso) mostra o quanto a pesquisa foi fundamental dentro e fora da sala de aula.

Para falar sobre suas experiências e linhas de pesquisa, a professora Juliana Teixeira é nossa convidada especial para o Podcast E-COAR. Confiram e ouçam esse episódio feito com muito carinho:

Saiba mais sobre nossa convidada especial

Com Doutorado em Comunicação e Cultura Contemporâneas pela Universidade Federal da Bahia (Salvador/Brasil) e em Ciências da Comunicação pela Universidade da Beira Interior (Covilhã/Portugal), por meio do regime de co-tutela entre as duas instituições, a professora Juliana Teixeira já realizou entre 2016 e 2018 estágio pós-doutoral na Universidade Federal do Piauí, onde, atualmente, é professora do Departamento de Comunicação Social e do Programa de Pós-graduação em Comunicação Social.

Também atuou como professora colaboradora vinculada ao Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade Federal do Ceará. É líder do grupo de pesquisa Jornalismo, Inovação e Igualdade (JOII – http://www.joiiufpi.com.br) e integrante do Grupo de Pesquisa em Comunicação, Economia Política e Diversidade (COMUM-UFPI). 

Ao final, venho agradecer imensamente a professora Juliana Teixeira. Com o seu apoio, a caminhada foi mais reflexiva. Gratidão professora!

Sigam Grupo JOII

Sigam COMUM

Texto: Marta Alencar

Curso “Como fazer um podcast” está com inscrições abertas

Encontros vão ajudar os inscritos a tirarem o seu podcast do papel

Ensinar o passo a passo de como construir um podcast é o objetivo do curso “Como fazer um podcast”, ofertado pela Malamanhadas Produtora, em parceria com o Coar Educa. Os encontros acontecem dias 30 e 31 de outubro, das 9h às 12h de modo online com duração de 6 horas e pretendem abordar as possibilidades ofertadas pelo podcast, bem como formatos e tendências da mídia no Brasil. 

Para Ananda Omati, co-fundadora da Malamanhadas, a ideia é mostrar o quanto o podcast é acessível. “É um curso que vai ensinar passo a passo de como fazer um podcast e mostrar que essa mídia é simples e  acessível não só na entrega, como também na produção, haja visto que as técnicas são fáceis”, comenta a podcaster.

No primeiro módulo, que acontecerá no sábado dia 30, serão abordadas as noções básicas de podcast, construção de projeto e roteiro, formas de gravação, distribuição, monetização e formação de comunidade. No segundo módulo, no domingo dia 31, o foco é a edição de áudio, suas etapas, bem como as ferramentas de sonorização e mixagem. “A ideia é democratizar essa mídia que vem crescendo e se descentralizando. Temos muitos podcasts de alto nível no Nordeste e seria interessante ver pessoas nordestinas participando deste curso”, acrescenta Ananda.

O curso será ministrado por Ananda Omati, jornalista, produtora e podcaster, Jade Araújo, jornalista, produtora e podcaster e Aldenora Cavalcante, jornalista, pesquisadora e podcaster. As inscrições podem ser feitas pelo site do Coar Educar, ou através do formulário que pode ser acessado clicando aqui. Ao se matricular nos dois módulos, a inscrição sai com desconto.

Conheça a Malamanhadas

Malamanhadas é um projeto independente nascido e criado no Piauí, Nordeste. Em 2018, surge como podcast, sendo um espaço construído por mulheres nordestinas para levantar debates que contribuam para a união, protagonismo e garantia de direitos das mulheres. Seguindo se especializando na mídia, o programa se tornou também uma produtora que tem como objetivo incentivar a produção de podcasts nordestinos. 

Além do Malamanhadas Podcast, a produtora também auxilia na execução de dois podcasts piauienses – Debaixo do Cajueiro e Entretidas – e um cearense – Elas Pesquisam e, contribui na criação de outros podcasts nordestinos. O empreendimento oferece serviços especializados para o segmento. Para saber mais sobre a produtora, acesse o site.

Com três anos de existência, o Malamanhadas já ministrou cursos de relevância local e nacional, com destaque para a Oficina “O uso do podcast para criação de narrativas culturais”, dentro da programação do Ocupatrilhos e a  Oficina “Quero ter um podcast, por onde eu começo?”, ministrada na 16ª do Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo (Abraji). E também integra a Rede Nordestina de Podcasts (RNP), movimento que busca divulgar e contribuir para o fortalecimento da mídia podcast na região Nordeste.

SERVIÇO:

Curso “Como fazer um podcast”

Datas: 30 a 31 de outubro | Duração de 6 horas

Fontes disponíveis para entrevista: Ananda Omati (86 99945-8735) e Jade Araújo ( 86 99819-9863)

Paolla Oliveira não declarou que prostituição será a única forma de sobrevivência das atrizes da Globo caso Bolsonaro seja reeleito

A desinformação envolvendo o nome da atriz global, Paolla Oliveira, embora tenha sido desmentida por várias sites de fact-checking e de jornalismo, continua a circular em grupos de WhatsApp e no Twitter. A desinformação envolve uma suposta declaração dela, ligando atrizes da TV Globo com prostituição.

Paolla Oliveira desmente a desinformação

Segundo a atriz, seu nome foi citado como se ela tivesse dito que “a prostituição será a única forma de sobrevivência das atrizes da Globo caso Bolsonaro seja reeleito”.

“Está circulando uma MENTIRA (famosa FAKE NEWS) por aí, de um site que eu nunca ouvi falar, sendo compartilhada sobre uma suposta declaração que eu NUNCA DEI à revista Caras. Nunca existiu”, disse a atriz no post em seu perfil oficial no Instagram.

“É MENTIRA e é tão ÓBVIO que é mentira. Primeiro que você nunca vai encontrar essa declaração minha falando sobre esse assunto, porque eu simplesmente nunca diria isso, envolvendo uma empresa e outras colegas e profissionais, inclusive. Não tem sentido. Pode jogar palavra por palavra no Google e não encontrará NADA, além da mentira plantada”, continua Paolla.

A COAR averigou vários perfis de usuários e bots no Twitter citando a Paolla Oliveira à desinformação sobre prostituição, inclusive fazendo piadas e comentários maldosos contra a atriz. Abaixo um exemplo disso:

Perfil no Twitter faz comentário maldoso contra a atriz

A COAR ressalta que ao receber uma mensagem duvidosa, desconfie e não forneça seus dados antes de ter certeza de que é verdadeira. Qualquer dúvida nos contate pelo nosso email coarnews@gmail.com ou pelo Instagram (@coarnoticias).

Escrito por: Marta Alencar

Referências da COAR:

Instagram da Paolla Oliveira

FALSA: Mensagem “Wellington Dias não comprou vacinas contra Covid-19”

É verdade que o governador Wellington Dias (PT) não agilizou a compra de vacinas contra o novo coronavírus para o Piauí? A informação (abaixo) mostra uma imagem do petista, com a bandeira do Brasil ao fundo, e as seguintes informações:

“Governo Federal: 2.176.820 doses [de vacinas contra a Covid-19] enviadas para o Piauí pelo Ministério da Saúde. Zero [vacinas] compradas pelo Wellington Dias”, diz o texto da montagem, dissipada no Facebook.

MENSAGEM IMPRECISA

O site do Ministério da Saúde mostra que atualmente o número de vacinas enviadas ao estado é de 3.085.180, ou seja, ultrapassou já o contingente destacado na imagem checada, o que mostra que a mesma não é recente.

E o governador Wellington Dias, ele realmente não agilizou a compra de nenhum imunizante? Falso. Ainda este mês o Piauí negociou, por meio do Instituto Butantã, a compra de 500 mil doses da vacina chinesa Coronavac. A informação foi confirmada pelo chefe do executivo piauiense no último dia 13. A entrega deve acontecer já no próximo mês de setembro.

Wellington, antes, tentou viabilizar, através do Consórcio de Governadores do Nordeste, a compra de imunizantes russos contra a doença, mas esbarrou em uma série de condicionantes impostos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária. A volta atrás foi anunciada no dia 05 deste mês. Era prevista a compra de 37 milhões de doses da Sputnik V, a serem distribuídas entre todos os estados do Nordeste.

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Referências da COAR:

Ministério da Saúde

Portal Cidade Verde

CONTEÚDO IMPOSTOR: Mensagem forja assinatura do Grupo Unimed para repassar informações falsas sobre variante Delta

Uma mensagem compartilhada em grupos de WhatsApp que supostamente teria a assinatura do “Grupo Unimed” faz um falso alerta sobre a variante Delta da Covid-19. De acordo com o texto, a variante não apresenta: sintomas de tosse e nem febre, “mas articulações muito doloridas, dor de cabeça, dor no pescoço e na parte superior das costas, fraqueza geral, perda de apetite e pneumonia”, alerta a mensagem.

Mensagem Falsa

A COAR verificou que o conteúdo compartilhado é falso. A Unimed não compartilhou nenhuma mensagem assinada como “Grupo Unimed” e ainda com informações imprecisas. Em comunicado oficial, a Unimed esclarece que o Sistema Unimed” somente se pronuncia por intermédio dos canais oficiais de comunicação, promovendo o acesso a informações seguras e confiáveis”, informou.

No mesmo comunicado a Unimed também apresentou informações a respeito da variante Delta, explicadas pelo infectologista Alexandre Naime, consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).  A variante Delta tem como principal característica a sua alta transmissibilidade. Em relação à cepa original do vírus, a variante é 97% mais transmissível, conforme estudo do King’s College London.

“De acordo com essa pesquisa, publicada há um mês, os sintomas de quem tem a variante delta são mais tênues, com menos ocorrência de tosse e dor no corpo. Em pacientes mais jovens, os sintomas se assemelham a um resfriado, com menos perda de olfato e paladar”, explicou.

A flexibilização de medidas restritivas e a redução da imunização é um dos fatores para o agravamento e a propagação da variante Delta. Especialistas alertam que é necessário acelerar a vacinação e a população continuar com os mesmos cuidados desde o início da pandemia: evitar aglomerações, distanciamento social de no mínimo um metro, uso de máscara e lavagem das mãos com frequência com água e sabão ou álcool em gel 70%.

A COAR ressalta que ao receber uma mensagem duvidosa, desconfie e não forneça seus dados antes de ter certeza de que é verdadeira. Qualquer dúvida nos contate pelo nosso WhatsApp (86) 99517-9773 ou pelo Instagram (@coarnoticias).

Escrito por: Kryssyno Oliveira

Referências da COAR:

Sistema Unimed

Metrópoles

BBC Brasil