Nasce a Rede Nacional de Combate à Desinformação- RNCD

Pesquisadores, projetos, coletivos e instituições de todo o Brasil se unem prol do direito à informação

Será lançada nesta quinta, (24), a Rede Nacional de Combate à Desinformação que reúne pesquisadores, jornalistas, projetos, agências, coletivos, movimentos sociais, revistas, instituições e quem mais chegar.

Para iniciar são mais de 30 projetos que trabalham em várias frentes combatendo a desinformação em diversos ambientes e cujo escopo vai da pandemia da COVID-19, passa pela política e pelo ambiente religioso e chega aos direitos humanos com ataques à integridade das pessoas LGBT, mulheres, negros, indígenas, dentre outros.

A RNCD reúne uma diversidade de abordagens contra a desinformação englobando projetos  de monitoramento de fake News, de jornalismo de fact-checking, projetos que trabalham com comunicação proativa levando informação precisa e necessária para a sociedade, projetos de contra narrativas, além de muitos que trabalham com informação científica e popularização da ciência.

Observatórios de mídia, de comunicação pública e de ética no jornalismo também se fazem presentes com contribuições relevantes para a rede, além de grupos de pesquisas de várias universidades brasileiras.

Também compõem a RNCD, instituições científicas do campo da comunicação que de algum modo fomentam as pesquisas na área e que, portanto, trabalham para desmistificar o complexo fenômeno da desinformação que inunda nossa sociedade na contemporaneidade.

É válido destacar que a RNCD nasce em um cenário em que 62% dos brasileiros não sabe discernir uma informação de uma desinformação e no qual o mercado da construção intencional ignorância coletiva avança a passos largos nesse momento de pandemia da COVID-19 e tanto se alimenta do modelo de  negócios das grandes plataformas digitais, como se potencializa com as tecnologias que permitem fraudes cada vez mais simuladoras do real.

A RNCD ficará aberta para agregar outras iniciativas que estejam alinhadas com a proposta de combate à desinformação no Brasil e em outros países. Na Inglaterra, por exemplo, uma pesquisa do Reuters Institute em parceria com a  OxfordUniversity concluiu que a criação e circulação de fake News naquele país teve um aumento de 900% nos três primeiros meses da pandemia novo coronavírus.

Sobre o evento de lançamento é válido destacar que além da apresentação da plataforma da RNCD e dos parceiros da iniciativa, haverá uma palestra do jornalista e Professor Doutor Eugênio Bucci que dentre outras atividades é Professor Titular da Escola de Comunicação e Artes (ECA-USP), colunista do jornal O Estado de São Paulo e foi Presidente da Radiobrás entre 2003 e 2007. Publicou vários livros, alguns focado na ética jornalística e, por último, publicou, em 2019, o livro Existe democracia sem verdade factual?

Serviço

Evento de lançamento da Rede Nacional de Combate à Desinformação-RNCD

Data 24 de setembro de 2019

Horário 19 h

Canal da RNCD no YouTube: youtube.com/rncd

Conheça a RNCD e os parceiros

http://rncd.com.br/

Home

Contato

rncdbrasil@gmail.com

É GOLPE! Suposta mensagem do Banco do Brasil solicitando dados e senhas de clientes por SMS

Quem não conhece ou nunca caiu em golpe virtual pode ser enganado facilmente por golpistas. Um exemplo desse tipo de crime é o Phishing, tática usada por golpistas para roubar dados pessoais de clientes de banco. Foi o que aconteceu esta semana com milhares de brasileiros que receberam uma suposta mensagem do Banco do Brasil. O conteúdo solicitava que os usuários atualizassem a conta por meio de um link de autoatendimento para evitar o bloqueio da conta pessoal. A mensagem ainda pedia vários dados do titular e senha. A COAR informa que o conteúdo é enganoso por se tratar de um golpe.

Mensagem enviada por golpistas

O próprio Banco do Brasil já alertou, em seu perfil no Twitter, que dados ou senhas nunca são solicitados por meio de mensagens e que as mensagens enviadas pelo SMS do banco são pelo telefone 4004-0001, o que não bate com o número que envia as mensagens falsas, cujo DDD é “016”, ou seja, abrange cidades do estado de São Paulo.

Perfil oficial do Banco do Brasil

Nossa equipe entrou em contato com o titular da Delegacia de Repressão a Crimes de Informática do Estado do Piauí, o delegado Anchieta Nery, que fez um levantamento da evolução dos casos desses tipos de crimes virtuais entre os anos 2018-2019.

O levantamento consta que uma evolução de 190% nos casos de invasão de dispositivo informático. Nery informou que a Polícia Civil está com dificuldades com relação à produção de dados estatísticos em 2020. Devido à pandemia da Covid-19 – as pessoas foram autorizadas a fazerem o boletim de ocorrência de casa e os de crimes graves são feitos presencialmente. Como todas as ocorrências estão separadas em dois sistemas, as estatísticas só poderão se organizadas depois que a pandemia acabar.

Levantamento feito pelo delegado Anchieta Nery.

A Polícia Federal já fez um alerta sobre ameaças cibernéticas, destacando um aumento nos casos durante a crise sanitária provocada pela Covid-19. Algumas das orientações de prevenção passadas pela instituição são:

Em relação aos aplicativos maliciosos – deve-se ficar atento e baixar apenas os aplicativos indicados em sites oficiais. A PF informa que foram identificados diversos aplicativos solicitando informações ou se passando por órgãos do governo a fim de obter dados pessoais.

No que se refere aos links – assim como a COAR sempre faz, a Polícia Federal também orienta que não cliquem em links enviados por e-mail, SMS ou aplicativos de mensagens, em nome de instituições bancárias, e não preencham dados de cartões de crédito em formulários, nem informem dados de cartões de crédito e senha em ligações telefônicas. É importante buscar informações junto aos seus bancos nos canais oficiais.

A COAR reforça: não clique em links duvidosos e não forneça nenhuma informação pessoal para desconhecidos.

Em caso de dúvidas você pode entrar em contato com nossa esquipe pelo WhatsApp: (86) 995179773 ou pelo Instagram @coarnoticias.

Escrito por: Naiane Feitosa

Edição: Wanderson Camêlo

Referências da COAR:

  1. Perfil no Twitter do Banco do Brasil
  2. Site Exame
  3. Site da Polícia Federal

WhatsApp vai sair do Brasil?

A COAR verificou a imagem abaixo, onde é afirmado que, se o projeto de lei 2630 (o chamado PL das fake news) for aprovado, redes sociais como Facebook, Whatsapp e Twitter terão que sair do Brasil. Tal afirmação é falsa.

A COAR não faz serviço de futurologia, logo não pode dar seu parecer se tais redes sociais irão ou não sair do Brasil caso o projeto de lei seja aprovado (já passou pelo crivo do Senado esta semana). Para concluirmos que o conteúdo é falso, verificamos a mensagem, e foi possível constatar se algum diretor do WhatsApp havia dito algo similar. Durante o processo de checagem, alguns problemas na mensagem foram identificados, são eles:

1. Falta de especificação sobre qual diretor: A mensagem é pouco clara ao dizer apenas “diretor”, qual especificamente? O WhatsApp é uma empresa enorme que tem seus serviços espalhados pelo mundo todo, tendo assim vários diretores para diferentes setores. Estaria ela se referindo a Pablo Bello, diretor de Políticas Públicas do WhatsApp para a América Latina? Ele foi o único diretor da empresa que recentemente veio a público falar sobre o projeto de lei.

A COAR buscou, na internet, por palavras-chave que poderiam ligar Pablo a alguma fala sobre uma possível saída do aplicativo de mensagem do país, caso o PL seja aprovado, porém, nada relacionado a isso foi encontrado. Nas últimas semanas ele concedeu entrevistas a alguns veículos de imprensa, como o Estadão e a Folha de São Paulo, que estão buscando saber opinião das partes que serão diretamente afetadas caso o Projeto de Lei das Fake News passe pelo crivo do Congresso. No pronunciamento dado aos dois jornais citados, por exemplo, o diretor apenas criticou o projeto de lei e apontou outras formas melhores (na visão dele) para combater as Fake News.

2. Erros na escrita: Escrever WhatsApp corretamente pode não ser tão simples e na pressa errar uma vez é compreensível, no entanto, a mensagem erra o nome da empresa em duas oportunidades colocando um “S” a mais e um “P” a menos. Uma dica valiosa da COAR é: fique de olho nos erros de português nas mensagens que receber, desinformações possuem uma tendência maior a terem tais erros.

3. Facebook, WhatsApp e Twitter?: Um diretor do WhatsApp até poderia saber informações privilegiadas sobre o Facebook e/ou Instagram, afinal eles possuem um mesmo dono. Entretanto um diretor do WhatsApp não pode falar em nome do Twitter pois ele (Twitter) não possui nenhum vínculo com estas outras três. 

Além desses pontos, a COAR ainda verificou as redes sociais do tal Robô News 38 para saber se a mensagem estava sendo veiculada a essa marca falsamente. Contudo, a conta Robô News 38 realmente é a responsável pela publicação, tendo postado no Instagram a imagem com a legenda “Não vamos deixar esses vermes transformarem o nosso Brasil numa Coreia do Norte”, como você pode verificar no print abaixo:

A publicação foi compartilhada no Instagram “Robô News 38”

COAR alerta que ao receber uma mensagem duvidosa, desconfie e não compartilhe antes de ter certeza de que ela é verdadeira. Qualquer dúvida nos contate pelo nosso WhatsApp (86) 99517-9773 ou pelo Instagram (@coarnoticias).

Escrito por: Guilherme Cronemberger

Edição: Wanderson Camêlo

Referências da COAR:

  1. Site Estadão
  2. Site Folha de São Paulo
  3. Site Senado Notícias

Ivermectina com Azitromicina ou água de limão é capaz de prevenir a Covid-19?

01/07/2020 8h15

Por: Maria Luísa Araújo e Assislene Carvalho

Edição: Wanderson Camêlo

A COAR recebeu recebeu um vídeo em que o empresário e educador físico piauiense Demóstenes Ribeiro afirma que a junção do fármaco Ivermectina, com água de limão e a prática de atividade física podem prevenir contra a Covid-19. Na gravação, Demóstenes saúda a população de Teresina (PI), depois ingere o experimento e indica a mistura para todas as famílias.

Ele afirma que a ingestão da receita, que ainda não possui comprovação científica, ajuda na imunização dos infectados com o novo coronavírus.

A COAR analisou que, até o momento, o vídeo está sendo repassado apenas na rede social WhatsApp e que a informação é falsa. Entramos em contato com o médico infectologista Kelson Veras. Ele explica que a mistura de substâncias não ajuda na recuperação de quem contraiu a doença.

“O efeito da água com limão está no oferecimento da refrescância ao corpo, apenas. Já a Ivermectina tem a real função de combater algumas verminoses e parasitas como piolhos e carrapatos”

A Ivermectina é um medicamento antiparasitário e já tem sua eficácia comprovada contra alguns vírus, bactérias, vermes, insetos e ácaros; geralmente é utilizada no tratamento de doenças como Filariose, Ascaridíase, Escabiose, Pediculose e outras, porém sua eficácia contra o vírus da Covid-19 ainda não é uma afirmação concreta.

Outro vídeo com um conteúdo similar está sendo repassado através do Twitter, além de estar disponível em um canal do YouTube. Trata-se de outro profissional da saúde, o médico Anthony  Wong, toxicologista e diretor Centro de Assistência Toxicológica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). Ele recomenda a Ivermectina junto à Azitromicina aos pacientes na etapa inicial da doença.

O médico garante a segurança na ingestão desses remédios e afirma que não importa o que seu médico fale sobre isso. Por esse motivo a informação também é falsa, pois segundo o Ministério da Saúde a Covid-19 não existe um medicamento ideal para a doença, sendo mais que necessário a prescrição médica e acompanhamento aos pacientes.

O vídeo está em dois perfis do Twitter, e em uma das contas, o conteúdo possui mais de 11 mil visualizações, com 261 retweets. Já no YouTube, a gravação está visualizada por 35.138 internautas e contido no canal “O Despertar da Consciência” que possui mais de 21 mil inscritos.

O médico também afirma que o Brasil terá uma forte segunda onda da pandemia

Apesar de tantos boatos sobre a Ivermectina, é provado apenas seu efeito in vitro contra o coronavírus, ou seja, em laboratório. Entretanto, a dosagem usada nos experimentos, além de alta, não comprova que o medicamento seja eficiente contra a doença no corpo humano. Tal estudo sobre a droga foi publicado em abril pela Universidade de Monash, na Austrália.

Contudo, o Ministério da Saúde também esclarece que alimentos alcalinos (entre eles o limão) também não contribuem para a cura nem prevenção do novo coronavírus.

Leia mais: Consumo de alimentos alcalinos ajuda o organismo a combater coronavírus?

A COAR recentemente publicou uma outra checagem sobre a Ivermectina que menciona os riscos da automedicação. No entanto, fazemos novamente esse alerta e ressaltamos a importância da busca do diagnóstico médico, com prescrição correta de medicamentos para o tratamento dos sintomas.

Leia mais: VERIFICAMOS Ivermectina serve para curar e prevenir Covid-19?

O Ministério da Saúde informa que, até o momento, não há nenhum medicamento, substância, vitamina, alimento específico ou vacina que possa prevenir a infecção pelo coronavírus (COVID-19). As recomendações de prevenção são:

  • Higienizar as mãos com água e sabão, além do uso do álcool em gel 70%.
  • Cobrir o nariz e boca com lenço ou COM O BRAÇO (e não com as mãos!) quando tossir ou espirrar.
  • Evitar o contato próximo com pessoas resfriadas ou que estejam com sintomas parecidos com os da gripe.
  • Evitar aglomerações.
  • Evitar tocar nos lhos, nariz e boca com as mãos não lavadas.
  • Não compartilhar objetos de uso pessoal (como talheres, toalhas, pratos e copos).
  • Manter os ambientes ventilados.

Referências da COAR:

  1. Estudo da Austrália (link 1; link 2)
  2. Ministério da Saúde
  3. Perfis do Twitter (link 1; link 2)
  4. Vídeo sobre Ivermectina e Azitromicina (YouTube)

Ivermectina na prevenção de Covid-19

A COAR recebeu via Whatsapp o áudio de um homem paraibano – não identificado – que afirma trabalhar no IASS (Instituto de Assistência à Saúde do Servidor) e ter participado de uma palestra sobre Ivermectina, medicamento que nos últimos meses vem sendo usado como objeto de disseminação de várias desinformações. De acordo com ele, o remédio – que geralmente é utilizado como vermífugo, pode ser usado como cura e prevenção ao novo coronavírus. Essa informação poderia até ser animadora, se não fosse falsa.

No áudio é afirmado que o medicamento quebra o ciclo celular do vírus e impede que este se multiplique. O responsável pela gravação ainda informa que a Ivermectina pode ser usada em casos leves, graves e também antes do contágio, como forma de prevenção. Ele apresenta como forma de embasamento para sua fala a informação de que na Austrália 550 médicos tomaram uma única dose do remédio, variando a quantidade de comprimidos de acordo com o peso de cada pessoa. Essa única dose serviria como forma de imunização por 6 meses ou até mesmo 1 ano.

Áudio e imagem que estão sendo compartilhados via Whatsapp.

Primeiramente, nossa equipe buscou em sites oficiais, como o do Ministério da Saúde, para elencar algum posicionamento sobre o uso do medicamento. De acordo com as informações encontradas, ainda não existe nada capaz de curar nem prevenir a doença; as medicações utilizadas nos tratamentos hospitalares são apenas para ajudar a minimizar os sintomas e promover uma maior resistência do organismo para evitar que se chegue a situações mais graves e até mesmo a morte.

Em segundo momento, buscamos informações de profissionais que estão na linha de frente do combate à pandemia. O médico Darllan Barros, diretor do hospital de campanha Nossa Senhora de Fátima, no município de Parnaíba (norte do Piauí), informou que a Ivermectina é um medicamento que tem eficácia comprovada no tratamento de algumas doenças causadas por vírus, bactérias, vermes, insetos e ácaros.

O estudo australiano sobre o medicamento como combatente à Covid-19 foi feito a partir de testes em laboratório e realmente mostrou um impedimento da multiplicação do vírus. Porém, segundo Darllan Barros, em laboratório as condições são diferentes e mais controladas do que no corpo humano.

“Precisamos esperar para ver se ela vai funcionar quando testada em humanos, qual a quantidade que precisará ser ministrada e quais os riscos ela trará à nossa saúde. Por enquanto, ninguém tem certeza”, afirma Barros.


Riscos da automedicação

O médico ainda alerta que o próprio efeito colateral da Ivermectina pode se confundir com a manifestação clínica da Covid-19. De acordo com ele, se “em meio a uma pandemia você tomar por conta própria um remédio, pode induzir sintomas e confundir o diagnóstico, comprometendo também o tratamento”.

Em relação à dosagem do medicamento ele informou à nossa equipe que, para impedir a reprodução do coronavírus, seria necessária uma dose muito mais alta do que a utilizada no tratamento de outras verminoses e que doses muito altas podem ser tóxicas, além disso, podem oferecer maiores riscos à saúde do paciente.

Darllan Barros também nos informou que até agora não há comprovação que a medicação sirva como forma de prevenção à Covid-19 e nem registros de outro medicamento que possa servir neste sentido. O que está sendo feito nos hospitais é apenas tratamento dos sintomas por meio de medicamentos, de acordo com o diagnóstico dos profissionais de saúde.

“Tudo ainda é muito novo! Não existe uma comprovação científica segura!”, concluiu.

Escrito por: Assislene Carvalho
Edição: Wanderson Camêlo

Referências da Coar

Site do Ministério da Saúde

VERIFICAMOS: Distribuição gratuita de Almanaque da Turma da Mônica

Por: Guilherme Cronemberger

Edição: Ilrianny Alves

A COAR recebeu uma mensagem via Whatsapp de um almanaque da Turma da Mônica que estaria sendo distribuído gratuitamente e serviria para as crianças estudarem. Na corrente há um link que levaria ao site do cadastro para receber o tal almanaque, porém tanto o link quanto a mensagem são enganosos.

Texto que circulou no Whatsapp

Para verificar se esta informação é verdadeira ou não, a COAR foi buscar informações nas redes sociais oficiais da Turma da Mônica. Nesta segunda (23) o perfil oficial da marca no Twitter, divulgou que a mensagem é falsa, além de não estar distribuindo gratuitamente nenhum produto licenciado pela Turma da Mônica.

O Instituto Maurício de Sousa divulgou que a distribuição gratuita de almanaques é fake

A imagem base utilizada para este conteúdo enganoso é do Super Almanaque Turma da Mônica – Volume 1 que está à venda e não sendo distribuído gratuitamente, não possui conteúdo escolar (como a mensagem falsa dá a entender ao utilizar a expressão “Edição Estude em Casa”).

Capa “Super Almanaque Turma da Mônica”

COAR alerta que ao receber uma mensagem duvidosa, desconfie e não forneça seus dados antes de ter certeza de que é verdadeira. Qualquer dúvida nos contate pelo nosso WhatsApp (86) 99517-9773 ou pelo Instagram(@coarnoticias).

Referências da COAR:

  1. Perfil oficial no Twitter Turma da Mônica
  2. Site Magazine Luiza